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Mostrando postagens de Outubro, 2010

E tudo começou com um engodo...

Todo mundo concorda que o Capitão América é um dos mais emblemáticos personagens da poderosa editora Marvel Comics, certo? Pois é...

Outro dia, em conversa animada com amigos, o papo rendeu legal sobre a trajetória do Capitão América nas Histórias em Quadrinhos, desde que este estreou nas páginas impressas em 1941, até os anos 1970, quando se rebelou contra o governo corrupto americano de então (Caso Watergate), passando a atuar como Nômade.

Doravante, voltaria a empunhar o escudo e as cores de sua pátria, para enfrentar uma sociedade secreta que pretendia dominar a América utilizando a tal “Bomba da Loucura”. Uma seqüência bem subestimada pela crítica, mas com pitadas “proféticas” redigidas e pinceladas por Jack Kirby. Não quanto à bomba, mas sim, quanto aos grupos elitistas que dominam o mundo nos bastidores. Mas este não é o assunto desta postagem...

Hoje, enquanto separava material para uma pesquisa – nada a ver com o blog aqui –, me deparei com a famosa aventura do Tocha Humana d…

Lucas da Vila - Uma graphic novel arretada!

Li com muita satisfação a interessante HQ “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira”, de autoria de Marcos Franco e Marcelo Lima (roteiro e pesquisa), e Hélcio Rogério (arte). Trata-se de um álbum de 48 páginas em P/B, no formato 21 x 29 cm, com capa plastificada, cujo projeto gráfico é assinado por Caio Sá Telles, viabilizado graças ao apoio de várias entidades culturais e do Governo do Estado da Bahia.

A trama é baseada em fatos verídicos e outros nem tanto sobre a figura histórico-mitológica do cangaceiro negro Lucas da Feira, que perambulou pelo sertão nordestino – notadamente baiano – durante a primeira metade do século 19. Ou seja, precursor até do famoso pernambucano Lampião.

Livros e sites especializados em cultura nordestina foram consultados, bem como residentes de cidades e comunidades cederam entrevistas aos autores, dando maior credibilidade e verossimilhança ao produto final.

Contudo, Franco não se prende a uma narrativa didática, tampouco procura achar explicações plausíveis…