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Mostrando postagens de Dezembro, 2010

Entrevista com Stan Lee

Ontem Stan “The Man” Lee fez aniversário! Completou 88 anos de vida, e, praticamente 70 deles dedicados às Histórias em Quadrinhos e à Cultura Pop de uma maneira geral.

Como é de costume nessas ocasiões, eu sempre envio os meus cumprimentos para o criador do Homem-Aranha, que responde gentil e prontamente. Bom, todo mundo sabe que há algum tempo tive o privilégio e a honra de entrevistá-lo para a revista Wizmania 50 da Panini (novembro de 2007), colhendo, de tabela, alguns preciosos depoimentos sobre seu período no comando editorial da Marvel Comics que entraram em meu livro A Era de Bronze dos Super-Heróis(HQ Maniacs Editora, 2008).

Pois bem, se você perdeu essa entrevista única cedida a um editor brasileiro - e publicada em um veículo impresso - basta, agora, clicar aqui, e baixar o scan pra ler. Lembrando que o arquivo está convertido para o programa de leitura de revistas em computador CDisplay. Caso não o tenha, basta clicar aqui e baixá-lo.

No mais, boa leitura, true believer!

© Rob…

Moderadamente inebriado

Sábado, 18 de dezembro: dia em que alguns grandes nomes da Cultura Pop aniversariam como Steven Spielberg, Brad Pitt e Keith Richards. De maneira alguma querendo adentrar de sola nesse seleto grupo, comemorei também, apropriadamente, a data de minha vinda a este mundo, cercado de familiares e amigos queridos.

Entre os vários e calorosos cumprimentos por e-mail, redes sociais e telefonemas que muito me emocionaram, recebi mimos generosos de todos os tipos, como camisas, calças e perfumes; passando por algumas bebidas finas, DVDs musicais e livros.

Por exemplo, meu descolado primão Claudio D’Alessandro trouxe uma garrafa de Sake Juan Daiti – o que, com certeza, vai gerar muitas caipirinhas deliciosas de Lima-da-Pérsia –, enquanto que o meu chapa e grande contrabaixista dos tempos de barulheira na garagem Kleber Stanquevisch me deu um Moscatel Rosé Presence (também chamado de “O Primeiro Champagne do Brasil”).

Terminando a tríade líquida desta postagem, meu compadre Leandro Ciasca, somme…

Uma legião de monstros

“Terror era a palavra de ordem no Bullpen (a redação da Marvel). Por volta de 1974, quase metade da linha de gibis da editora era dedicada a temas que iam do ocultismo a monstros disformes, passando por lobisomens, zumbis, seres repugnantes e toda sorte de criaturas malditas. Tudo isso porque o gênero estava em alta mais uma vez, tanto em produções para a televisão, como em blockbusters das telonas, como o arrepiante O Exorcista. E quem ainda não estivesse satisfeito, era só comprar um disco de Rock Pesado do Black Sabbath ou do Blue Oyester Cult e ficar com aquela sensação perturbadora de estar sendo observado por detrás da cortina da sala. Para os mais entendidos e propensos a investir em uma cruzada, o mal, definitivamente, estava à solta em meados da década de 1970.”

O parágrafo acima faz parte do subcapítulo homônimo do meu livro A Era de Bronze dos Super-Heróis (HQ Maniacs Editora, 2008), e o repriso aqui devido ao atual resgate de popularidade do gênero Terror em várias mídias –…