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sexta-feira, 14 de junho de 2013

A verdade não tem máscara

Sabe... é tudo muito conveniente. Às portas da Copa das Confederações, o Brasil se vê no centro das atenções mundo afora, devido às passeatas contra o aumento na tarifa do transporte público. A quem interessa, afinal, essa exposição em escala global de nossos problemas internos?

OK! O Brasil é hoje um país mais importante internacionalmente, mas não me parece o caso de simplesmente abastecer os noticiários gringos com informação. Com certeza terra brasilis é a bola da vez e, pelo jeito, servirá de exemplo para alguma coisa em âmbito universal. Como se a medida a ser tomada aqui (para resolver o tal impasse), doravante será aplicada em outros cantos do planeta. E o momento adequado é agora, devido à realização do famoso torneio esportivo em questão. 

Ora, se o aumento da passagem estava programado pra janeiro de 2013, por que cargas d'água só fizeram isso agora? E pelo jeito que o prefeito e o governador estão desnorteados, parece mesmo que só cumpriram ordens.

De quem? De alguém que não é nem de direita e nem de esquerda... mas além... suponho.

As manifestações em São Paulo são semelhantes as do OWS (Occupy Wall Street), ocorridas em 2011. Esse movimento se dizia contra a desigualdade econômica e social nos Estados Unidos, além da corrupção e influência de grandes empresas daquele país; mas, por ironia, contava com o apoio de magnatas predadores como George Soros, e da Lucis Trust - uma organização ocultista que surgiu na década de 1920 como uma editora. 

A saber: Lucifer Publishing.

Tanto os manifestantes da OWS quanto os daqui, conseguiram o apoio de um grupo de hakers da internet conhecido como Anonymous (Anônimos). Como o próprio nome diz, ninguém conhece as identidades de seus membros. Na verdade, qualquer um pode pertencer ao Anonymous. Há quem garanta que o grupo sirva aos Illuminati.

Se é bom, por que é oculto? Hmm...

Todavia, nas manifestações eles aparecem com a máscara estilizada do conspirador inglês Guy Fawkes, bastante popularizada pelo protagonista da obra ficcional V de Vingança, do autor britânico Alan Moore. V é uma História em Quadrinho muito famosa que acabou transportada para o Cinema. Possui um discurso anárquico disfarçado de revolucionário, e com doses cavalares de satanismo.

Moore é um praticante declarado de feitiçaria, se considera um mago, e a palavra escrita é sua vara de condão. Como um Merlin dos tempos modernos, alega manter contato com um demônio particular, e não dispensa os ensinamentos de seu ídolo maior, o bruxo Aleister Crowley (aquele mesmo da capa do famoso álbum dos Beatles).

Para Moore, o Livro da Lei de Crowley é a sua "Bíblia", e a frase "Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei", é o seu Pai Nosso. Já o lema dos Anonymous diz assim "Somos apenas um grupo de pessoas na internet que precisa de um tipo de escape para fazermos o que quisermos, algo que não faríamos numa sociedade normal... faça como quiser". Que tal, hein?

As histórias de Moore seduzem os leitores há décadas, assim como os discursos desses pseudo-movimentos políticos da atualidade.

A necessidade de se sentir importante, de fazer parte de algo maior é inerente ao ser humano, portanto é fácil abraçar a causa quando o discurso parece tão justo...  mas será que vale mesmo a pena se enfiar de cabeça em algo que você não compreende em sua totalidade? É sensato correr o risco de se tornar um fantoche nas mãos de pessoas desconhecidas?

© Copyright Roberto Guedes. Todos os direitos reservados.

domingo, 26 de maio de 2013

Os bastidores do mal

Já amplamente anunciada nos sites especializados e redes sociais, a Mundo dos Super-Heróis 43 (maio de 2013) está demais, com várias matérias de interesse dos apreciadores de HQs, desenhos animados, filmes, seriados e action figures. Confira no site da Editora Europa clicando aqui.

Além disso, coube a este intrépido autor o privilégio e a responsabilidade de escrever a matéria de capa (também conhecida como "dossiê"); relatando em várias e várias páginas, os bastidores obscuros das criações de Superman, Batman e dos heróis Marvel.

Tudo está lá:

* As desavenças entre Jerry Siegel e Joe Shuster com seus patrões mafiosos, que acabaram nos tribunais
* A guerra de egos entre Stan Lee, Jack Kirby e Steve Ditko, com detalhes de um bate-boca numa rádio
* Os planos astutos de Bob Kane que excluíram Bill Finger de qualquer lucro com a marca Batman

A proposta central dessa reportagem é trazer nova luz a um assunto espinhoso, muitas vezes ignorado pelo fandom, mas necessário, a fim de mostrar ao leitor que nem tudo são flores no meio dos Quadrinhos - que, assim como em qualquer outra área profissional, rola muita sujeira, intriga e puxada de tapete. A falta de respeito pelo próximo, a ganância e a inveja formam um tempero nauseante no caldeirão de vaidade e ambição que é despejado nos corredores e redações das editoras.

A mesma abordagem também é empregada na minha coluna mensal, Universo Marvel/DC, com uma narrativa entrecortada com depoimentos picantes e reveladores, desta vez focando a gênese do Monstro do Pântano. Será que Stan Lee ficou contente de ver a DC Comics lançando uma fera de lama um mês depois da estreia do seu Homem-Coisa? Saiba a resposta lendo mais essa imperdível edição da Mundo, meu chapa!

Bem, completando esta postagem, seguem algumas imagens bacanas que, por falta de espaço não entraram na revista. Ficam como brindes aos seguidores do blog.

* Uma foto de Kirby, publicada originalmente num fanzine americano de 1971
* Monstro do Pântano e Homem-Coisa retratados por Nestor Redondo em 1980
* Uma carta recente de Steve Dikto a um fã, em que diz não lembrar mais dos detalhes sobre a criação do Homem-Aranha (evidenciando seu aborrecimento em relação ao assunto)



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sábado, 25 de maio de 2013

C. C. Beck e suas convicções

Veja a foto ao lado! Nada mais, nada menos que os lendários Stan Lee e C. C. Beck batendo um papo pra lá de descontraído durante uma convenção de Quadrinhos, em 1979.

Mas o que será que eles falavam ali, hein?

- Stan, seu sacana! Você criou um Capitão Marvel depois que o meu deixou de circular, né?
- Criei? Não foi o Gene Colan? Olha... foi o Gene Colan!

Brincadeirinha...

Bem, é de se concluir que Beck - um dos papas da Era de Ouro -, tivesse algumas restrições quanto ao estilo dos Quadrinhos Marvel. Ele achava que os super-heróis deveriam manter sua natureza pueril, tanto em conceito quanto em arte. Talvez tenha se irritado também com os estilos sombrios de Alan Weiss e Don Newton na série Shazam!, nos dançantes seventies.

Até certo ponto ele estava certo. Isto é, se formos analisar em retrospecto a queda vertiginosa na popularidade dos Comics, assim que começaram a ficar mais e mais sérios e realistas de meados dos anos 1980 em diante. Por outro lado, em uma antiga entrevista do cocriador do Capitão Marvel da Era de Ouro (republicada em português na terceira edição do também lendário fanzine Historieta, do saudoso Oscar Kern), Beck diz com todas as letras que a única coisa original e interessante surgida na Era de Prata era exatamente a linha de super-heróis capitaneada por Stan; embora aproveitasse o ensejo para chamar de confuso os títulos de "O Quarto Mundo", de Jack Kirby (pela DC Comics).

Detalhe: quem deu a sugestão para a DC adquirir os direitos do Capitão Marvel foi Kirby.

Com certeza, Carmine Infantino, Julie Schwartz e Jack Kirby não devem ter gostado dessa entrevista. O que talvez explique (um pouco) o aparente descaso da DC em relação ao "Mortal Mais Poderoso do Mundo".

Do alto da Pedra da Eternidade, o velho sábio pondera... e lamenta.

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Este texto, devidamente revisado e atualizado pelo autor, foi enviado originalmente para a lista de Quadrinhos Marvel BR, em 29 de abril de 2008. Para saber mais sobre os bastidores do Capitão Marvel, leia a minha coluna na edição 41 da revista Mundo dos Super-Heróis, e também o meu livro A Era de Bronze dos Super-Heróis.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Roberto Guedes na Rádio Bandeirantes

Sábado agora, dia 11 de maio, eu darei uma entrevista ao programa de cultura geral Você é Curioso da Rádio Bandeirantes de São Paulo - AM 840 / FM 90,9 - a partir das 10h15. Clique aqui para acessar o site da emissora.

Essa atração tradicional e muito divertida é apresentada por Marcelo Duarte e Silvânia Alves, e o tópico do bate-papo será o meu livro mais recente: Stan Lee, O Reinventor dos Super-Heróis.

 Por isso mesmo, não esqueça de sintonizar o seu dial corretamente, OK? 

Até lá! 

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domingo, 5 de maio de 2013

História manjada

Já foi o tempo em que o encontro de dois ou mais super-heróis numa história era um acontecimento e tanto - daqueles que eram aguardados com ansiedade pelos leitores, que ficavam por semanas na cabeça dos fãs, que eram debatidos nas rodinhas de amigos e motivo pra muita discussão da boa.

Hoje a coisa está tão banalizada, tão lugar-comum que a gente torce mesmo é para que os nossos personagens preferidos consigam, ao menos, tocar suas aventuras individualmente e que não recebam a "visita" de nenhuma outra superestrela nas páginas do seu gibi.

Acontece que os Quadrinhos mainstream americanos (traduzindo: Marvel e DC Comics) vivem há um bom tempo das chamadas "grandes sagas", histórias que intercalam vários títulos distintos, com muitos encontros e promessas de reviravoltas mirabolantes na vida dos personagens.

Balela! Passe longe dessas coisas!

Infelizmente, após tantos anos de sanidade mental razoavelmente ajustada, eu mesmo não segui o meu próprio conselho, e decidi comprar Vingadores vs X-Men 1, talvez por causa da arte de John Romita Jr... sei lá!

Bem, não se preocupe com spoiler, caso você ainda pretenda gastar seus trocados com essa tranqueira, pois nem vou perder tempo em explicar esse roteiro manjado, repleto de personagens mal caracterizados, simplesmente irreconhecíveis (jogaram quatro décadas de amadurecimento de Peter Parker na lata de lixo) e  uma equipe de Vingadores que mais parece a Liga da Justiça. Nada contra a LJA, só quero dizer que agora qualquer um no Universo Marvel é vingador, mesmo que essa nunca tenha sido a proposta original da série. Aliás, pra quem ainda não sacou, Marvel e DC são editoras diferentes com personagens e ambientes fictícios distintos. Tsc... deixa pra lá!

O roteiro é creditado a cinco pessoas. Acho inacreditável que sejam necessários cinco profissionais pra contar uma trama que qualquer garotinho aprendendo a ler poderia ter bolado em seu caderno escolar. Ah, sim! O estilo de Romitinha continua funcionando muito bem em cenas de ação, mas senti certa preguiça do artista em alguns momentos - na boa, ele deve estar de saco cheio de desenhar sempre a mesma coisa.

As duas HQs backups são desenhadas por Adam Kubert e Stuart Immonen e mostram, respectivamente, os quebra-paus entre Homem de Ferro e Magneto, e Namor e Coisa. Os roteiristas não importam.

Aliás, a revista toda não importa.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Adeus, Infantino!

Fiquei sabendo por meio do meu amigo e colaborador, José Borba, sobre o falecimento do grande quadrinista Carmine Infantino. Que notícia triste! Admirava muito seu trabalho. Tive a oportunidade de escrever bastante sobre sua carreira no livro A Era de Bronze dos Super-Heróis, desde o começo, como desenhista de Flash e Batman, até sua ascensão ao cargo de editor-chefe da DC Comics, com destaque para as passagens mais marcantes - como o convite que fez a Jack Kirby para produzir a saga de Os Novos Deuses na DC, encerrando a parceria bem sucedida que o Rei mantinha com Stan Lee.

Também escrevi sobre sua participação na importante negociação que futuramente iria gerar o primeiro filme de Superman (com Christopher Reeve), além de várias polêmicas que permearam sua trajetória, como por exemplo, a sua recusa em criar qualquer personagem novo pra Marvel, quando esteve por lá desenhando Mulher-Aranha e Nova, entre outros.

Adiante, segue um trecho do livro sobre esse grande artista:

"Durante os anos de 1950 e 1960, o traço chique de Carmine Infantino eletrizou os fãs de Adam Strange, Batman e, claro, do Flash. Por vezes, encarnou um verdadeiro arquiteto – como seu ídolo declarado Oscar Niemeyer – ao criar cenários futuristas ou cidadelas perdidas no tempo e no espaço. Assumiu o comando da DC Comics no pior momento possível: quando da ascensão dos super-heróis de Stan Lee. 

Ao sair da editora, peregrinou pelas páginas em preto-e-branco da Warren Publishing, deixando sua marca indelével e, até mesmo, pela Marvel. A partir da década seguinte, ainda tentaria uma volta às páginas da DC, desta vez, como desenhista freelancer, mas seu traço diferenciado já não encontrava a mesma receptividade com o público leitor como nas décadas anteriores. Quase 10 anos após sair da presidência da DC Comics, foi nomeado como uma das 'Cinquenta Pessoas Mais Importantes' da história da editora.

Homem de opinião, nem sempre foi feliz em suas decisões, porém jamais titubeou em tomá-las. Desse modo, parece mais do que justo concluir que, se a DC da Era de Bronze (mais precisamente, a DC da primeira metade dos anos 1970) teve algum significado especial para o leitor, deve então, agradecer a Carmine Infantino."

O incrível mundo das HQs está bem menos interessante hoje.

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Todos amam Gwen Stacy!

Na semana passada o Manifesto organizou uma enquete para a escolha da heroína dos Quadrinhos favorita dos leitores (veja aqui). Agora o resultado finalmente é conhecido. Deu Gwen Stacy, a famosa namorada do Homem-Aranha criada por Stan Lee e Steve Ditko, que estreou em Amazing Spider-Man 31, em dezembro de 1965.

Gwen ficou com 23% dos votos, batendo sua concorrente direta, a Mulher-Maravilha, com 20%. As demais candidatas ficaram assim: Mulher-Gato em terceiro lugar, com 13% da preferência. Mônica, de Mauricio de Sousa veio em seguida, com 11%. Na quinta colocação se destacou a sedutora Vampirella, com 6%. A sexta colocação é que acumulou mais personagens, com 4% da pontuação para cada uma em relação ao total: a ninja Elektra, a argentina Mafalda, a clássica Betty Boop e a super ruiva Mary Jane - curiosamente, a rival de Gwen pelo coração de Peter Parker (o alterego do Aranha), e que, inclusive, acabou se casando com o herói na década de 1980 (saiba mais aqui). Olivia Palito e Supergirl registraram, cada uma, apenas 2% da votação, enquanto, na última colocação ficou Minnie, da Disney, com nenhum voto.

Claro que tudo não passa de uma grande brincadeira - a bem da verdade, essa enquete não tem valor científico nenhum. De qualquer maneira aponta para algumas curiosidades. Por exemplo, o fato de Gwen nunca ter sido protagonista de uma revista, apenas uma coadjuvante, e mesmo assim desbancar ícones como Mulher-Maravilha e Mulher-Gato. Além disso, ela morreu oficialmente em 1973, nas páginas de Amazing Spider-Man 121 (relembre aqui). Simplesmente há 40 anos! OK! De lá para cá, ela até apareceu bastante nas páginas impressas, mas quase sempre em cenas flashback, em retcons ou realidades alternativas - além de ser representada por alguns clones, você sabe.

Talvez o fato de aparecer nos últimos anos em produções cinematográficas, nas interpretações de Bryce Dallas Howard e de Emma Stone, tenha contribuído para essa renovada popularidade da loirinha, não acha? Bem, tempos atrás eu entrevistei o roteirista Gerry Conway, responsável pela história da morte de Gwen, e ele me disse com todas as letras que Gwen era "mais chata do que lavar louça" (confira a reportagem completa na revista Mundo dos Super-Heróis 38). Pois é, Gerry, pelo jeito nem todo mundo pensa como você, hein?

De minha parte só posso concluir que Gwen, antes de qualquer outra coisa, representa um momento muito bacana dos Quadrinhos de super-heróis e, em particular, da mitologia do Homem-Aranha. Um período que fincou profundamente nos corações e mentes de seus leitores, com histórias descompromissadas, escapistas, mas, ao mesmo tempo, humanas e reflexivas. Tramas de quando a coragem do herói era contrabalançada pela meiguice de sua amada; de quando os personagens refletiam os anseios e sonhos de seus leitores.

A verdadeira "super mulher " não é um fetiche de roupa collant - mas aquela que conquista o homem apenas com a sua doçura.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Nas vogais de meus desejos


Queria poetizar
Coisas belas e rimadas
Com sentido e verdadeiras
Uma ode feita em versos
Simetria em sentimentos

Mas só penso
Quão difícil
É perder-se ante as sílabas
De palavras desconexas
Consoantes do apego

Da pena jorra a tinta
Comandada pelo punho
Improviso é paixão
Um delírio, logo acaba
Mas o amor não é terreno

Tomara que, contudo
Você possa e queira lê-las
Descobrir minhas angústias
Entre verbos conjugados
Nas vogais de meus desejos

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Qual é a sua heroína favorita?

Hoje é o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, então nada mais justo do que fazer uma homenagem para todas essas lindas guerreiras: poderosas, dengosas, charmosas e demais "osas", com uma enquete divertida, que irá eleger a personagem feminina dos Quadrinhos preferida dos leitores do MANIFESTO.

Fiz uma listinha com 12 das mais famosas (tá... aposto que todo mundo vai lembrar de dúzias que ficaram de fora), portanto é só olhar na coluna da direita, votar na sua predileta e aguardar o resultado final, que sairá daqui a uma semana. Aliás, não deixe de comentar o seu voto aqui, OK?

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