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Algumas novidades

Várias pessoas me enviaram e-mails ou mensagens pelo Facebook querendo saber se não vou mais atualizar o blog. Claro que sim, mas é que devido aos compromissos profissionais de última hora, eu me ausentei um pouco do Manifesto.

Que os amigos seguidores desta página, portanto, me desculpem por essa pequena falha, mas foi por uma boa causa - como por exemplo, a finalização de mais um livro sobre Quadrinhos.

Isso mesmo! Mais uma obra vem por aí e logo mais será noticiada na imprensa.

A essa altura, também, muitos já estão sabendo das minhas recentes colaborações nos magazines Alter Ego 120 e Mundo dos Super-Heróis 46, mas vá lá... cabe deixá-las aqui também registradas para a posteridade, OK?

Na famosa publicação americana editada pelo lendário Roy Thomas, eu assino um artigo de 12 páginas sobre as raríssimas revistas dos X-Men da GEP, que traziam HQs feitas por autores brasileiros, como Gedeone Malagola e Walter Silva Gomes; além de resumos biográficos dos autores e do editor Miguel Penteado. 

O artigo também traça um panorama das publicações brasileiras daquela época, citando Adolfo Aizen, fundador da EBAL, a influência do programa do Capitão 7 da Record, a trajetória dos mutantes pelas várias editoras nacionais, o personagem X-Man de Eugenio Colonnese etc. Honestamente, sinto-me honrado em ter apresentado um pequeno pedaço da história editorial brasileira ao mundo (já que a Alter Ego é acompanhada por leitores de várias nacionalidades).

Honra igual também senti ao ser convidado pelo editor Manoel de Souza para escrever outra matéria de porte pra Mundo dos Super-Heróis - publicação essencial para os amantes da Arte Sequencial. Trata-se da história da Editora Abril, publicada em duas partes, entres os números 45 e 46. Vai desde a fundação em 1950, com a revista Raio Vermelho, passando pela estreia dos heróis Marvel na casa dos Civita, em 1979, até chegar ao presente com os lançamentos recentes da família Disney.

Ah, sim! O Meteoro voltará em breve no Almanaque Meteoro 5. E pra quem perdeu o AM 4, com o bombástico combate do Mascarado Voador com Guepardo, pode ficar sossegado que a edição será reimpressa junto com a quinta.

Fico por aqui, mas eu volto!

Tá falado!

© Roberto Guedes. Todos os direitos reservados.

Comentários

Carllos disse…
Comprei a Alter Ego por sua causa. A digital já recebi pelo e-mail, só falta a revista. E a mundo compro todas. Suas matérias fazem a diferença! Parabéns por tudo!
Anônimo disse…
parabéns pelo sucesso

Julio
Marcilio disse…
Que bom que vem mais um livro por aí, pois tenho todos até agora e claro são ótimos. Outra boa novidade é o lançamento do Almanaque Meteoro 05 e a reimpressão do 04 pois não tinha ainda comprado o 04 ok. Quando sair comprarei os dois de uma vez. Suas matérias na mundo são excelente e a trajetória da Abril ficou show, parabéns.
Roberto Guedes disse…
Agradeço os comentários! -- Marcílio, assim que tiver novidades a respeito dos almanaques, com certeza avisarei por aqui.

Abraços!
Jefferson Santos disse…
Olá Roberto, beleza?

Conheci teu blog a pouco tempo, e direto venho lendo alguns de seus artigos. Tendo enviar mensagem via facebook, sem sucesso. Ainda não conheço seus livros, mas pretendo em breve. Enfim.

Roberto como leitor de quadrinhos a pouco tempo, venho pesquisando opiniões (liga de heróis, caixa de gibis, etc) relacionado a onda de heróis homossexuais. Muitas vezes preconceituosas. A mudança de personalidade, origem, sexualidade etc etc etc...

Gostaria de saber qual sua opinião a respeito disso. Você é a favor dessa mudança? Não deveria ter super-heróis homossexuais? Quadrinhos são de fato conservadores?

Um abraço e parabéns pelo trabalho.
Roberto Guedes disse…
Olá, Jefferson!

Não vejo as HQs como conservadoras - muito pelo contrário!

Várias questões sociais, psicológicas, religiosas, políticas etc.,já foram retratadas nas páginas das revistas em quadrinhos.

Algumas vezes de maneira superficial, noutras com mais contundência. Às vezes com propriedade, às vezes de maneira ridícula e irresponsável.

Vai do autor, de sua competência; vai do perfil da publicação, vai do público-alvo dela.

Particularmente, não acho correto mudar radicalmente as características de um personagem antigo. Soa falso.

É falso!

Na verdade, isso é forçar a barra, apelação vulgar e a mais evidente das desonestidades que uma editora pode vir a cometer com seus leitores e até com os criadores "daquele" antigo personagem.

Agora, bolar novos personagens com perfis "A" ou "B", já é outra história (e aí voltamos ao tópico da capacidade do autor, do público-alvo da revista).

Enfim, é preciso que haja bom senso - item que parece escasso atualmente não só no ramo editorial como na sociedade em geral...