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Postagens

Entrevista com Stan Lee

Ontem Stan “The Man” Lee fez aniversário! Completou 88 anos de vida, e, praticamente 70 deles dedicados às Histórias em Quadrinhos e à Cultura Pop de uma maneira geral. Como é de costume nessas ocasiões, eu sempre envio os meus cumprimentos para o criador do Homem-Aranha, que responde gentil e prontamente. Bom, todo mundo sabe que há algum tempo tive o privilégio e a honra de entrevistá-lo para a revista Wizmania 50 da Panini (novembro de 2007), colhendo, de tabela, alguns preciosos depoimentos sobre seu período no comando editorial da Marvel Comics que entraram em meu livro A Era de Bronze dos Super-Heróis (HQ Maniacs Editora, 2008). Pois bem, se você perdeu essa entrevista única cedida a um editor brasileiro - e publicada em um veículo impresso - basta, agora, clicar aqui, e baixar o scan pra ler. Lembrando que o arquivo está convertido para o programa de leitura de revistas em computador CDisplay. Caso não o tenha, basta clicar aqui e baixá-lo. No mais, boa leitura, true belie...

Uma legião de monstros

“Terror era a palavra de ordem no Bullpen (a redação da Marvel). Por volta de 1974, quase metade da linha de gibis da editora era dedicada a temas que iam do ocultismo a monstros disformes, passando por lobisomens, zumbis, seres repugnantes e toda sorte de criaturas malditas. Tudo isso porque o gênero estava em alta mais uma vez, tanto em produções para a televisão, como em blockbusters das telonas, como o arrepiante O Exorcista. E quem ainda não estivesse satisfeito, era só comprar um disco de Rock Pesado do Black Sabbath ou do Blue Oyester Cult e ficar com aquela sensação perturbadora de estar sendo observado por detrás da cortina da sala. Para os mais entendidos e propensos a investir em uma cruzada, o mal, definitivamente, estava à solta em meados da década de 1970.” O parágrafo acima faz parte do subcapítulo homônimo do meu livro A Era de Bronze dos Super-Heróis (HQ Maniacs Editora, 2008), e o repriso aqui devido ao atual resgate de popularidade do gênero Terror em várias míd...

Nova promoção meteórica!

É isso mesmo, intrepid one! Mais uma promoção mega-atômica do Manifesto, pra nenhum Papai Noel botar defeito! Comprando as edições Almanaque Meteoro 1 e Almanaque Meteoro 2 (R$ 5,00 cada, frete já incluso) você leva GRÁTIS um exemplar do – hoje raríssimo – fanzine Gibilândia 2, lançado em 2002, para celebrar toda a história da DC Comics nos anos 1970, além de resgatar a passagem de Jack “The King” Kirby pela editora de Superman. Com impressão off-set, no formato 16 x 22 cm, e capa em duas cores (desenhada magistralmente por André Valle com arte-final de Júlio Cesar Zvir), esse quase lendário fanzine traz inúmeras curiosidades de bastidores, como as imposições editoriais de Carmine Infantino, as encrencas de Neal Adams, e depoimentos de feras como Julie Schwartz, Denny O’Neil, Steve Englehart entre outros. Ou seja, por apenas R$ 10,00 você recebe em sua casa duas revistas com o melhor da HQ nacional da atualidade e uma preciosidade do fandom! Mas atenção: a promoção é válida apena...

Gibi: o importante é se divertir

Qual é o sentido de você gastar seu suado dinheirinho em toneladas de revistas, álbuns e edições luxuosas de Histórias em Quadrinhos? Que lógica há em vasculhar sebos imundos à procura de edições raras – quando não menos deterioradas pelo tempo; colecionar ad infinitum títulos exaustivamente republicados em formatos diversos; e adquirir séries novas que já nem te agradam tanto, e que, você, por vezes, apenas compra e coloca na pilha, sabendo que jamais irá ler o referido exemplar? Essas e outras perguntas sempre vêm à tona em rodinhas e listas virtuais de bate-papo dedicadas aos – por que não? – idolatrados gibis. Outro dia mesmo, em um grupo de discussão formado por jornalistas especializados, roteiristas, desenhistas e apreciadores em geral da “Arte Seqüencial”, falávamos pelos cotovelos sobre nossas experiências enquanto amantes contumazes dessa tal HQ! Para alguns amigos, trata-se de algo terapêutico, que faz com que sua mente esqueça os percalços do dia-a-dia. Adentrando no c...

Qual é o Quadrinho licenciado mais legal de todos os tempos?

Certa feita, numa lista de bate-papo virtual, ocorreu um debate sobre qual material de outras mídias foi mais bem adaptado para uma série regular em Quadrinhos. A briga – no bom sentido – foi acirrada, levantando vários, acalorados e interessantes pontos de vista sobre esse ou aquele personagem, e, qual, no cômputo geral, era o bambambã, de fato, das páginas impressas. Nem lembro mais quem ganhou a peleja, mas recordo que Conan, o Bárbaro (oriundo dos pulps ) e Star Wars encabeçaram a lista dos preferidos. Mas não faltaram Pelezinho, de Mauricio de Sousa; O Homem de Seis Milhões de Dólares, produção da Charlton Comics para o seriado televisivo; Os Trapalhões pela Bloch Editores, sob a batuta do lendário editor Edmundo Rodrigues; Speed Racer (a versão latina dos anos 1970, com várias edições lançadas pela Editora Abril); Esquadrão Atari, inspirado no videogame; Rom, o brinquedo que virou um ótimo gibi; Star Trek – a quadrinização original da Gold Key; o Zorro de Alex Toth, base...

E tudo começou com um engodo...

Todo mundo concorda que o Capitão América é um dos mais emblemáticos personagens da poderosa editora Marvel Comics, certo? Pois é... Outro dia, em conversa animada com amigos, o papo rendeu legal sobre a trajetória do Capitão América nas Histórias em Quadrinhos, desde que este estreou nas páginas impressas em 1941, até os anos 1970, quando se rebelou contra o governo corrupto americano de então ( Caso Watergate ), passando a atuar como Nômade. Doravante, voltaria a empunhar o escudo e as cores de sua pátria, para enfrentar uma sociedade secreta que pretendia dominar a América utilizando a tal “Bomba da Loucura”. Uma seqüência bem subestimada pela crítica, mas com pitadas “proféticas” redigidas e pinceladas por Jack Kirby. Não quanto à bomba, mas sim, quanto aos grupos elitistas que dominam o mundo nos bastidores. Mas este não é o assunto desta postagem... Hoje, enquanto separava material para uma pesquisa – nada a ver com o blog aqui –, me deparei com a famosa aventura do Tocha H...

Boletim Meteoro 3

Quando começam a cobrar o lançamento da próxima edição da sua revista, é sinal que o pessoal está curtindo o seu trabalho. E graças a Deus é exatamente isso o que vem acontecendo: os leitores perguntando quando é que o Almanaque Meteoro 3 sairá enfim... Bom, ninguém precisa se preocupar, pois a primavera começou agora, e estamos dentro do nosso prazo, correndo sim, como loucos, mas com muito esmero na produção. Afinal, queremos manter o nível – quer dizer, melhorá-lo a cada edição –, para oferecer o supra-sumo em termos de roteiro, arte e artigos aos nossos fiéis leitores. A veracidade do que estou dizendo pode ser comprovada pela imagem ao lado, referente à nova HQ de Zan-Garr da Valakia, desenhada pelo incrível Fábio Cerqueira! Como se pode notar, a coisa ficará preta pro lado do nosso simpático cigano, que estará às voltas com uma antiga sociedade secreta que remonta ao princípio da Era Cristã – liderada por uma maligna, e não menos sexy, vampira! O Almanacão ainda apresent...