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Mostrando postagens de Agosto, 2009

Disney anuncia compra da Marvel Comics

É isso mesmo, true believer! Conforme noticiado esta manhã no site do The New York times, uma das mais poderosas companhias de entretenimento do mundo abocanhou a maior editora de Quadrinhos do planeta Terra pela bagatelinha de 4 bilhões de dólares! De agora em diante, Mickey Mouse vai cantar de galo pra cima de Homem-Aranha, Hulk, Capitão América, X-Men e os cerca de 5 mil personagens criados durante os últimos 70 anos de publicações da Casa das Idéias. “Nós acreditamos que adicionar a Marvel ao portfólio único da Disney promoverá oportunidades significativas em termos de crescimento e criação”, comentou Robert A. Iger, chefe executivo da Disney. Já Ike Perlmutter, o executivo da editora, ressaltou a importância de se poder dispor da tremenda organização global da Disney e de sua infra-estrutura no mercado de licenciamento e expansionismo criativo, emendando que “A Disney é o lar perfeito pro fantástico catálogo de personagens da Marvel!”. A redação da Marvel está em festa e

O Dinâmico Don Heck

Estava folheando algumas velhas revistas, quando me bateu uma nostalgia danada dos bons tempos de leitura descompromissada e diversão garantida. Época em que, por exemplo, Don Heck desenhava as aventuras de Batgirl, Vingadores, Homem-Aranha, Mulher-Maravilha, Steel (Gládio) e, claro, as do Homem de Ferro – e que eu, ainda um pirralho, tive a oportunidade de acompanhar tudo isso avidamente lendo os gibis da EBAL e Bloch Editores. Assim, resgatei uma pequena biografia que havia redigido originalmente para ser publicada na primeira Biblioteca Histórica Marvel do Vingador Dourado (que, acredito, acabou não sendo aproveitada), e a reproduzo aqui, como forma de homenagem a um artista tão pouco badalado no fandom, mas que merece todo o nosso carinho, já que preencheu de fantasia e alegria os corações juvenis de várias gerações de aficionados por HQs. *Don Heck (02.01.1929 – 23.02.1995). Sua notória habilidade para desenhar belas mulheres – influência direta de Milton Canniff – lhe garan

As novas e estranhas capas dos gibis do Aranha

Apesar do design bonito e arrojado dessas capas, os leitores torcem o nariz para, o que consideram uma desvirtuação do Estilo Marvel. As edições recentes de Amazing Spider-Man, o título mais tradicional do nosso querido Cabeça-de-Teia , precisamente, os números 602 e 603 vêm causando certa estranheza, e, por que não dizer (?), indignação em boa parte do fandom ianque devido às suas capas. Com evidente apelo sensual – traduzindo: Mary Jane –, que a bem da verdade, nunca foi motivo pra chatear ninguém (exceto os adeptos de Fredric Wertham), essas capas são esculhambadas em comentários espalhados em fóruns e sites especializados States a fora, devido à descaracterização empregada a uma revista do estilo super-heróico, e à face – considerada por muitos, horripilante – da ruiva ( Amazing 603), delineada por Stephane Roux. Alguém até alertou que “Será que é tão difícil de se fazer uma capa decente em Amazing?”, apesar das mesmas apresentarem um visual moderno e descolado o sufi

Chet - Caubói "Made in Brazil"

E não é que Chet, o velho caubói da extinta Editora Vecchi “garfou” 50% dos votos dos leitores do Manifesto, sagrando-se o vencedor da última enquete? Deixou na esteira alguns heróis da pesada como Capitão 7 e Judoka, e até mesmo seu chapa de tiroteiro, o bom e velho Jerônimo. Isso deve lá significar alguma coisa: quem sabe, uma reinvestida no bom e velho faroeste por parte dos autores brasucas? Hmm... Pois é, Chet surgiu no finalzinho dos anos 1970, nas páginas das revistas Ken Parker e Histórias do Faroeste. Suas aventuras foram inicialmente produzidas pelos irmãos Wilde e Watson Portela, e editadas pelo famoso Ota (o mesmo editor da MAD e Spektro ). A idéia era aproveitar o sucesso do ranger “italiano” Tex (repare que o nome “Chet” é praticamente um anagrama), inclusive com personagens secundários similares às criações de Bonelli e Galleppini (como o rapazote Rick e o parceiro Blue), e popularizar a versão nacional. Apesar da distância geográfica – Wilde, o roteirista, mora