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Mostrando postagens com o rótulo Prosa

Conan e Morbius são os destaques da Parábola 15

A nova edição da “revista para quem não tem medo de ler” já está à venda, com uma variedade de estilos artísticos, histórias raras – jamais vistas no Brasil –, e uma matéria especial sobre os grandes vilões dos quadrinhos inspirados na literatura fantástica: Tentado pelo inimigo. Completando o petardo editorial, o conto A Livraria do Nickey. Uma crônica urbana cheia de mistério, assinada pelo editor Roberto Guedes. Para garantir o seu exemplar, escreva para guedesbook@gmail.com solicitando preço e forma de pagamento. Sinopses dos quadrinhos: Morbius – A estreia do “Vampiro Vivo” na Parábola, em sua primeira história solo extraída de Vampire Tales 1 (Marvel Comics), de agosto de 1973. Por Steve Gerber (roteiro) e Pablo Marcos (arte).            Veja só o que eles fizeram! – Você já deve ter lido muitas histórias com metalinguagem, mas não uma assinada pelo mestre espanhol do traço Esteban Maroto. De Eerie 36 (Warren Publishing), de novembro de ...

Grandes nomes da Nona Arte em Parábola 13

  A edição de estreia, em 2026, da “revista para quem não tem medo de ler”, apresenta quatro histórias em quadrinhos de qualidade inquestionável, uma reportagem rara com um grande nome da Nona Arte, e um conto especial que vai fazer você refletir bastante. Para adquirir seu exemplar, escreva para o e-mail guedesbook@gmail.com e solicite os dados para pagamento. Mas você já sabe: a  TIRAGEM  é  LIMITADA.   Portanto, não demore para fazer seu pedido.   Conteúdo: Entrevista com Rodolfo Zalla, o Mestre do Terror –  Realizada em 2005, nas  dependências da Opera Graphica. O famoso editor e desenhista revelou detalhes importantes e curiosos sobre sua longa carreira no mundo dos quadrinhos. “Algo pelo qual vale a pena viver” –   Alec Holland, o Monstro do Pântano, e sua amiguinha  Casey são perseguidos por homens estranhos e com más intenções. Publicada originalmente em  The Saga of the Swamp Thing  2 – DC Comics (junho de 1982)....

Parábola: o magazine do selo Guedes Manifesto

Já fazia um bom tempo que os leitores de Gibilândia, Status Comics e Força Máxima exigiam uma publicação com mais páginas e dimensões maiores. Para atender a esse clamor, o selo Guedes Manifesto está lançando Parábola, um título em formato magazine (nos mesmos moldes da histórica A Espada Selvagem de Conan ). Outro diferencial de Parábola é o seu conteúdo de alto nível, que mescla quadrinhos maduros de diversos gêneros, literatura e jornalismo cultural – com reportagens mais aprofundadas e entrevistas extensas. A intenção é que Parábola tenha uma periodicidade semestral, a qual, para ser garantida, deverá ser aprovada pelo público. Então, evidentemente, você é parte fundamental para que o magazine não fique apenas na “edição piloto”. M AS ATENÇÃO: A TIRAGEM É LIMITADÍSSIMA! PARA GARANTIR SEU EXEMPLAR, ENVIE UMA MENSAGEM PARA O E-MAIL guedesbook@gmail.com   SOLICITANDO PREÇO E FORMAS DE PAGAMENTO. Confira as atrações deste número 1: A ENTREVISTA SECRETA DE LEN WEIN -...

A melhor história de Natal

Eu não lembro se algum dia, durante a minha infância, cheguei a acreditar em Papai Noel. É muito provável que não, e isso é culpa - ou seria graças [?] - aos meus irmãos mais velhos. "Papai Noel não existe, seu bobo! É o papai que compra os presentes pra gente", diziam aqueles dois terríveis destruidores de fantasia. Hoje, claro, só tenho a agradecer a eles por isso. É que eu não vou com a cara desse Papai Noel que alimenta o consumismo desenfreado no coração das pessoas e afasta o afeto natural que todos nós - e não apenas as crianças - deveríamos ter por Jesus Cristo, o aniversariante do dia, e verdadeiro merecedor de reverência. "Papai Noel, velho batuta, rejeita os miseráveis", conforme aquela música da banda Garotos Podres. Pois é, mas é difícil para nós todos contrariarmos as convenções estabelecidas. Até mesmo quem não é cristão comemora a data e troca presentes (uma tradição que também é atribuída a costumes pagãos). Contudo, o importante mesmo é não ...

Quando Gwen se foi...

Dezembro de 1972. Fazia um frio terrível naquele final de tarde de sexta-feira. As ruas da Grande Maçã estavam todas enfeitadas para as festividades natalinas e as pessoas se apressavam para comprar os presentes de última hora. Mas nada disso parecia importunar um certo espectador, que por trás do vidro embaçado de uma janela, fitava o movimento abaixo, porém, com os pensamentos bem distantes dali. Com ele na sala estavam mais três homens, discutindo questões de trabalho. O falatório não parecia capturar sua atenção, até que um deles disse em alto e bom som: – Ela é muito caipira! – os outros dois riram comedidamente, e o distraído, enfim, se manifestou. – De quem Gerry está falando, John? – Da Gwen! Ela é muito certinha, Stan. Um peso morto nas histórias do Aranha! Não serve pra nada... só fica choramingando pelos cantos! Stan, surpreso, arregalou os olhos, enquanto Gerry, o mais jovem ali presente se levantou, e, titubeante, entrou na conversa. – Bem, eu estou há pou...