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Mostrando postagens de 2021

A Era Moderna dos super-heróis é o tema do Status Comics 5

A nova edição da revista independente especializada em quadrinhos, Status Comics,  é totalmente dedicada ao período histórico comumente aceito entre os estudiosos americanos da Nona Arte, como a “Era Moderna” dos super-heróis. Teve início em 1986, com os lançamentos de Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, e Watchmen, de Alan Moore, que influenciaram decisivamente as HQs produzidas depois; com as tramas passando a mostrar um conteúdo mais realista e violento, com maior carga de erotismo, crítica social, religiosidade e ocultismo. A publicação detalha alguns dos principais aspectos da fase moderna em quatro longos artigos: Os apóstolos do caos – Explora os meandros psicológicos e religiosos de obras como A Piada mortal e A Queda de Murdock; a metalinguagem empregada na série Homem-Animal, por Grant Morrison; a trilogia de caráter operístico de Jim Starlin, As Sagas do Infinito (de influência determinante nos filmes recentes da Marvel); e o sucesso comercial da Mo

Stan Lee e RGE formam combo literário no Catarse

Faz pouco mais de uma semana que a  Editora Noir anunciou a campanha no Catarse da biografia do gênio dos quadrinhos, Stan Lee, de minha autoria. Em nova edição, rebatizada de  Senhor Maravilha – A Biografia de Stan Lee,  o livro foi totalmente reescrito e ganhou uma infinidade de informações e novas imagens, com 250 páginas. E, assim,  completa o que os leitores convencionaram chamar de "Trilogia do Guedes", formada por   Jack Kirby – O Criador de Deuses   e   O Incrível Steve Ditko.   Ambos lançados anteriormente pela Noir. O legal é que, quem participar, poderá ganhar um bônus dos mais irresistíveis:   Arquivos Secretos da RGE,   obra inédita e exclusiva, de 84 páginas, também escrita por mim. Traz a história da Rio Gráfica e Editora (RGE), de Roberto Marinho, considerada a primeira grande editora de gibis no país. Mas atenção: somente os apoiadores terão esse tesouro em sua coleção, pois o mesmo não será comercializado individualmente. P ara este trabalho, que destaca um

Gibilândia 13: Vingadores, Frank Miller e Klaus Janson

Acabou o carnaval, mas a folia começa agora nas páginas do GIBILÂNDIA 13, com cinco histórias raríssimas e, até então, inéditas no Brasil; de Frank Miller, Klaus Janson, Dan Adkins, Gutemberg Monteiro e, até mesmo, uma especialíssima dos Vingadores, envolvendo os três mais poderosos membros da equipe: Thor, Hulk e Homem de Ferro. A edição ainda traz uma reportagem abrangente sobre as principais sagas dos Vingadores ao longo das décadas, e um artigo com muitas curiosidades a respeito da passagem do Homem Chamado Nova nas revistas inglesas dos anos 1970. HALL DA FAMA DOS VINGADORES – Marvel Super Action 35, 36 e 37, setembro a novembro de 1981. História dividida em três partes de duas páginas cada, publicada num título que reprisava antigas aventuras dos Vingadores. Supostamente roteirizada por Roger, com belos desenhos de Bob Budiansky. CHAME A ISSO DE CARMA – Overkill 26, 1976. Um dos trabalhos mais remotos de Frank Miller, publicado num fanzine de baixa tiragem antes de se p

Gibilândia 12: HQs e artigos polêmicos

Quadrinhos com fortes mensagens marcam o novo número do fanzine.   Nada como iniciar o ano lendo uma das melhores seleções de histórias já vistas no Gibilândia. A edição traz duas preciosidades retiradas de revistas promocionais que acompanhavam brinquedos: O grande desafio do Capitão América, de Aurora Comic Scenes Captain America 192 (1975), por Len Wein e John Romita; e Uma empolgante aventura com o Cavaleiro Solitário, de Aurora Comic Scenes Lone Ranger 188 (1974), por Marv Wolfman e Gil Kane.   A HQ do Sentinela da Liberdade vinha no clima do Bicentenário dos Estados Unidos, que ocorreria em 1976, com um discurso antirracista ainda muito atual. Poderosa também é a mensagem na trama do Cavaleiro Solitário, ao deixar claro que vale a pena lutar para salvar vidas, mesmo as de quem vive à margem da lei. O cósmico autor Jim Starlin marca presença em Eu tenho o poder!, de Star Reach 2 (1975). Metáfora em forma de humor negro à desilusão do sonho de “paz e amor” da contracultur